Poemas Apresentados ao III Prémio de Poesia em Rede - Publicação Provisória
10.2.09

Carlota

As folhas espraiavam-se-lhe no olhar
As bonecas bailavam-lhe nos caracóis
As mãos pequenas, o coração graúdo...
Sentava-se na relva cinzenta,
Rebolava-se para a colorir...
Carlota não sabia
Para cores somente teria de sorrir.
Que eram vernizes brilhantes
As notas de cada cantiga sua
Carlota ciciava a todos o tamanho da sua altura
Baixa, não pequena.

Carlota era feita de açúcar.



Vicente Queiróz

 

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