Poemas Apresentados ao III Prémio de Poesia em Rede - Publicação Provisória
2.3.09

           Menino do papá

 

 

Condói-me teu olhar travesso

Quando vou à luta descontente

Mas, teu fácil sorriso no regresso

Faz-me crer que ainda sou gente.

 

Neste mundo torcido e cruel

Que feliz arrastas com um cordel,

Queira o devir ser-te só felicidade,

Abracinhos fofos desinteressados,

 

Memórias, bons momentos passados

Numa terra fantasista sem idade.

Aí, nessa linda casa dos porquês,

 

Recreio sob a abóbada celeste prometido,

Onde a verdade é a imagem que vês,

Tudo vale, mesmo quando é fingido.

 

Gustavo F.

 

 

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