Poemas Apresentados ao III Prémio de Poesia em Rede - Publicação Provisória
17.3.09

Ser sempre criança

 

Hoje e sempre quero ser criança.

Quero emanar esperança,

Em cada passo que dou.

Quero voltar a ser só sonho.

Ser criança, ser  magia,

e ser noite.

Sem nunca deixar de ser dia.

Espelhos.

Esses velhos rivais da beleza.

Esses reveladores de tristeza,

que parecem não acabar.

E as memórias.

Oh, essas velhas histórias.

Essas verdades risórias,

de tudo que ainda sou.

Espelhos que traem memórias.

Fazem o corpo crescer.

Mas a criança, essa nunca esquece.

O que não quer esquecer.

Ser criança?

Para alguns, recordações,

pedaços de uma verdade esquecida.

para mim,o resto da vida!

                                            Pedro Serra

 

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