Poemas Apresentados ao III Prémio de Poesia em Rede - Publicação Provisória
7.1.09

 

Porcelanas de Orvalho
 
Quando subimos o olhar prodigioso
E ao longe as aromatizámos,
Sentimos a tal correlação
Que se viria a revelar benévola
E que muitas vezes nos forneceu
O firmar da arte desirmanada.
Esse silêncio que nos intacta,
Dilacerou-nos o racionalizar,
Preteriu-nos no austero,
Abandonando-nos dementes
Perante tal excelência singular.
Esses desertos,
Essas areias secas,
Esses pós mortos,
Que ressuscitam
E florescem
Na incomensurabilidade
De impugnações,
Não se alcançam dominar.
E…
São engenho
Que embute,
São faísca
Que atinge,
São sabor
Que tolhe,
São perfeição
Que permanece,
São crianças
Que nascem.
 
Francisco Viborg de Aragão

 

 

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A infância é da criança

Ter infância é ser criança,
E embora haja quem não pense,
Criança também é gente.

Criança tem sentimento,
Que cresce com o tempo.

Criança tem alegria,
Envolta em fantasia.

Criança quer brincadeira,
E também gosta de fazer asneira.

Criança não tem vaidade,
Mas é próprio da idade.

Criança também sente tristeza,
Mesmo criada com riqueza.

Criança também tem dor,
E sofre por falta de amor.

E que bom que seria,
Se pudesse-mos dizer todos com alegria,
Que já fomos criança em dia.



Autor: Green Eyes

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