Poemas Apresentados ao III Prémio de Poesia em Rede - Publicação Provisória
26.1.09

Apenas Crianças

 

Duas pedras preciosas,

Com os olhitos a brilhar,

Duas crianças amorosas

Que ainda nem sabem gatinhar.

Dois botões a florescer

Que o futuro viu nascer!

 

Feições únicas, bem marcadas,

Narizitos tão diferentes,

Boquitas bem desenhadas,

Sorrisos doces e inocentes.

Dois meninos tão desejados,

Tão pequeninos, mas tão amados…

 

Já os vejo a correr atrás da bola,

Traquinas, felizes, cheios de vida,

Já os vejo a caminho da escola,

Enquanto penso em tanta criança perdida.

Tanta criança abandonada,

Sem pão… sem nada…

 

Crianças que crescem sem amor

Que pedem algum consolo,

Crianças que só conhecem a dor

Que procuram o carinho de um colo.

Crianças que são apenas crianças…

Em quem depositamos tantas esperanças!...

 

 

Dina Rodrigues

 

 

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                                      A CRIANÇA JESUS


Vê, Belém, já chegou o grande dia!
A terra estava prenhe de ansiedade,
E tu, sorrindo de felicidade,
Como previra antiga profecia.

Anjos cantando, um quadro de alegria
Naquela gruta com simplicidade;
Numa criança, toda a divindade
Sob os cuidados ternos de Maria.

Sem conforto nenhum, embora Rei,
O Menino chegou, trouxe esperança.
Fala, Belém, pois explicar não sei,

Pois pra selar aqui nova Aliança
Tornando inteligível a Sua Lei,
O próprio Deus quis ser uma criança.

                                                                   Gílson Faustino Maia

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