Poemas Apresentados ao III Prémio de Poesia em Rede - Publicação Provisória
12.1.09

 

"Deixa-me nascer"

Mamãe já sou criança, um menino
Ainda não percebe, deixa-me nascer.
Sou quase um nada, um pequenino
Sinto tudo e posso perceber.

Estou no teu ventre, vem me alimentar,
Cuide-se, alimente-se para eu crescer...
Minha mãe querida espere, logo vai ver,
Com o tempo, sentirá a barriga aumentar.

Mamãe não chore pelo abandono!
Ficarei junto de ti, teu apoio serei,
Não pense no meu pai, foi engano.
Pense em Deus, nosso pai, nosso Rei.

Mamãe preste bastante atenção!
É uma mulher, adolescente carente
É difícil ser mãe neste mundo vilão...
Sou teu filho e serei valente!

Não tem raiva de mim. Estou a crescer
Com esta dor que veio te abraçar.
Mesmo sozinha deixa-me chegar
Mamãe eu quero muito nascer!

Eu quero ver a vida, deixa-me viver!
Tenho em mim o amor a pulsar,
Mamãe sou teu filho, já sei amar...
Creia! Vale à pena deixar-me nascer.

Velucia

 

 

link do postPor poesiaemrede, às 23:31 

De linhaseletras a 13 de Janeiro de 2009 às 01:21
O sapo está louco, mas dá para perceber o comentário não dá? Beijo

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