Poemas Apresentados ao III Prémio de Poesia em Rede - Publicação Provisória
17.1.09

VAZIO DE CRIANÇA

 

Ah, menino abandonado, roupa rota, alma ferida.

Coração esfarrapado, tu és pedaço de vida!

 

Teu sorriso meio perdido no tamanho da diferença,

Morre em lágrima-gemido, querendo manter a crença.

 

Mas se os outros têm pão, conchego nas noites frias,

Não entendes a razão da solidão dos teus dias!

 

E o tempo, frio e duro, por ti passa, sem parar.

Serás Homem no futuro, sem força p’ra perdoar.

 

Por isso a criança que fui já já chora no caminho percorrido…

 

Sofia Cabral

link do postPor poesiaemrede, às 02:13 

De Velucia a 17 de Janeiro de 2009 às 13:21
Olá Maria

Está lindo seu poema!
É esta menina de todos os dias, de todos os sonetos, de todas as telas que estamos a conhecer.
E faz muito bem deixar esta menina falar.

Abraço.

De Velucia a 18 de Janeiro de 2009 às 17:44
Oi sofia...
Desculpe ter feito a confusão do nome.
Li seu poema e troquei o nome.
Mas creia que gostei muito!
Boa sorte!
Um abraço.

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